Faxinal do Soturno - RS, 97220-000, Brazil

Rede Jauru - Rádio São Roque - La Sorella FM - Jornal Cidades do Vale

Destaques da Semana


Agudo

Com carinho e dedicação, Nathana Petzold transforma amor pelos animais em trabalho

O Dia Nacional dos Animais, celebrado em 14 de março no Brasil, é uma data dedicada à conscientização sobre a proteção, os direitos e os cuidados essenciais com os animais domésticos e também com a fauna silvestre. O momento também reforça a importância de combater o abandono e os maus-tratos, além de incentivar a adoção responsável.

Para marcar a data, a reportagem do Jornal Cidades do Vale foi conhecer a história da empresária Nathana Petzold, 30 anos, que trabalha diariamente com cães e gatos e transformou o amor pelos animais em profissão. Com um trabalho delicado e cheio de carinho, ela cuida de pets que, cada vez mais, conquistam espaço dentro das famílias.

A paixão pelos animais começou ainda na infância. “Eu sempre fui apaixonada por animais, principalmente cachorros, desde criança. Meu primeiro contato com o pet shop foi no meu antigo emprego, onde havia esse serviço. Não era o meu setor, mas, devido à grande procura e ao movimento, comecei a ajudar nos banhos e fui criando interesse em aprender mais sobre a profissão”, relembra.

Em 2023, uma mudança na vida pessoal acabou abrindo caminho para o empreendedorismo. Devido a problemas de saúde da mãe, Nathana precisou reorganizar sua rotina para ficar mais próxima da família. “Eu não estava conseguindo trabalhar fora, mas precisava continuar trabalhando. Então surgiu a ideia de abrir um pet shop em casa, conciliando as duas necessidades”, conta.

Mesmo com poucos recursos, ela decidiu seguir em frente. “Eu não tinha muitas condições financeiras para iniciar o negócio. Juntei tudo o que tinha e recebi um pouco de ajuda dos meus pais também. Assim consegui comprar o básico para começar os atendimentos no CasaPet,”, explica.

Os primeiros passos foram cercados de insegurança, mas também de muita determinação. “Comecei com medo e muitas dúvidas, porque empreender é muito desafiador. Criei um Instagram para divulgar o trabalho e ofereci dois banhos gratuitos para uma cliente antiga, para iniciar as postagens e mostrar o serviço”, relata.

A divulgação nas redes sociais e o tradicional “boca a boca” foram fundamentais para o crescimento do negócio. Aos poucos, novos clientes começaram a surgir. “Um foi indicando para o outro, as pessoas foram vendo as postagens, e assim o movimento foi aumentando”, lembra.

Hoje, após mais de dois anos de trabalho, Nathana celebra as conquistas e a confiança dos clientes. “Tenho clientes que estão comigo desde o início e sou muito grata por cada um. Sempre procuro entregar um trabalho com qualidade, responsabilidade e muito amor pelos meus clientes de quatro patas e pelos seus tutores”, destaca.

Para ela, quem convive com animais entende o valor que eles têm na vida das pessoas. “Só quem tem sabe o quanto eles são importantes. São seres de luz nas nossas vidas, que nos trazem lealdade e amor. São nossos filhos de quatro patas e merecem todo carinho e também um banho bem cheiroso”, finaliza.

 

Cuide dos animais

Os maus-tratos contra animais são considerados crime no Brasil e estão previstos na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998). A legislação estabelece punições para quem praticar atos de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais, sejam eles domésticos, domesticados, silvestres, nativos ou exóticos.

A pena geral prevista é de detenção de três meses a um ano, além de multa. No entanto, desde 2020, a legislação foi endurecida para casos envolvendo cães e gatos. Nesses casos, a pena passou a ser de reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda do animal.

Se os maus-tratos resultarem na morte do animal, a pena pode ser aumentada de um sexto a um terço. As denúncias podem ser feitas às autoridades policiais, às secretarias de meio ambiente ou por meio de canais específicos de proteção animal.

 


Faxinal Do Soturno

Novo prédio do Hospital de Caridade São Roque começa a ganhar forma

O novo prédio terá 5 mil metros de área construída de ampliação, contará com sete andares e heliponto. O Hospital de Caridade São Roque é referência para 69 municípios e realiza 98,44% de seus atendimentos por meio do SUS

As obras do novo prédio do complexo hospitalar do Hospital de Caridade São Roque começam a ganhar forma. Após cerca de cinco meses dedicados ao trabalho de fundação, a construção entra agora em uma etapa mais visível, permitindo que a comunidade perceba a dimensão do projeto.

Durante o período inicial da obra, foram necessárias algumas alterações no projeto em função das características do terreno e da necessidade de criação de uma área de subsolo. Com os ajustes realizados, a estrutura começou a avançar e os pilares já estão sendo erguidos. Ao todo, serão oito linhas de pilares sustentando o novo prédio, que terá quase cinco mil metros quadrados de área construída.

O presidente do hospital, Roberto Cervo, o Melão, destacou a satisfação em ver o projeto sair do papel e se tornar realidade. “A gente fica muito feliz de ver os nossos projetos tomando forma. A obra atrasou um pouco em função da necessidade de alterar o projeto pelo formato do terreno e pela necessidade de adequação, mas agora, de forma visível, ela está se criando. Teremos um novo espaço que vai seguir a nossa linha de trabalho, que é melhorar o atendimento”, afirmou.

Com a nova estrutura, o hospital deverá praticamente dobrar sua área física. Atualmente, a instituição conta com cerca de cinco mil metros quadrados, e com a conclusão do novo prédio o complexo hospitalar passará a ter aproximadamente 10 mil metros quadrados.

O administrador do hospital, Flávio Stona, ressalta que a ampliação permitirá qualificar ainda mais os serviços oferecidos à população. “A gente tem hoje uma estrutura de cinco mil metros e, com esse novo prédio, passaremos a ter cerca de 10 mil metros quadrados. Isso vai melhorar e qualificar ainda mais o nosso atendimento à população. Vamos reorganizar e separar melhor as nossas áreas, ampliar o setor de consultório diagnóstico e também os leitos”, explicou.

O novo prédio terá 5 mil metros de área construída de ampliação, contará com sete andares e heliponto. O Hospital de Caridade São Roque é referência para 69 municípios e realiza 98,44% de seus atendimentos por meio do SUS.

 

Região

Região vive avanço em infraestrutura com quatro obras em andamento

 

Em fase adiantada, as principais obras na região já ganharam forma. A reportagem do Jornal Cidades do Vale percorreu os principais canteiros durante esta semana. São pelo menos quatro frentes de trabalho em andamento. Cabe ressaltar que os locais foram drasticamente afetados pela enchente histórica de 2024. Confira:

 

Ponte sobre o Rio Soturno e via

No município de Faxinal do Soturno, a ponte sobre o Rio Soturno terá 160 metros de extensão, 12 metros de largura e mão dupla. A estrutura será 2,38 metros mais alta que a anterior, com investimento de R$ 14,7 milhões. No local, a empresa responsável trabalha na finalização dos pilares e na colocação das vigas. Os aterros da via já foram feitos.

 

Revitalização da via entre São João do Polêsine e Dona Francisca

A revitalização do trecho de 10 km entre São João do Polêsine e Dona Francisca já é uma realidade; vários pontos já foram restaurados. O investimento será de R$ 33,2 milhões. O projeto também inclui a construção de uma ciclovia entre Polêsine e Faxinal do Soturno, uma reivindicação da administração municipal atendida pelo Daer.

 

Ponte sobre o Arroio Guarda Mor

A nova ponte sobre o Arroio Guarda-Mor, entre Santos Anjos e Sítio dos Mellos, principal ligação com Ivorá, está em fase final de construção. A estrutura terá 120 metros de extensão, 12 metros de largura, pista em mão dupla e será 3,42 metros mais alta que a anterior. O investimento é de R$ 11,8 milhões. Atualmente, os trabalhos se concentram nos detalhes finais e, posteriormente, na conclusão das cabeceiras que darão acesso à nova estrutura.

 

ERS-348 entre Dona Francisca e Agudo

As empresas já atuam no local. De acordo com o Daer, o investimento será de R$ 169 milhões, por meio de recursos do Funrigs. O trecho de 12,53 km passará por requalificação, incluindo reabilitação funcional do pavimento, drenagem, obras de contenção e nova sinalização, garantindo o restabelecimento da trafegabilidade da rodovia. 


Agudo

Pelas lentes de Erni Böck, a história de Agudo não se apaga

O olhar atento de Erni Böck, 79 anos, ajuda a contar boa parte da história de Agudo. Mais do que apenas registrar imagens, ele eternizou, por meio das lentes da câmera, os principais fatos e transformações do município. A reportagem do Jornal Cidades do Vale foi conhecer um pouco mais da trajetória de quem fez da fotografia um compromisso com a memória coletiva.

Servidor público aposentado, Erni teve o primeiro contato com a fotografia ainda muito jovem, com 17 anos. Segundo ele, em uma das viagens do pastor Rudolf Brauer à Alemanha, acabou ficando como caseiro e, no retorno, foi surpreendido com um presente que mudaria sua vida. “Eu fiquei de caseiro para ele e quando ele voltou, me trouxe a câmera. Eu nem sabia como mexer, mas foi ali que tive meu primeiro contato com a fotografia. Tenho ela guardada até hoje”, recorda.

Em 1996, ao se aposentar do serviço público, a fotografia passou a ocupar um espaço ainda maior em seu cotidiano. “Foi nesse período que a fotografia ficou mais séria na minha vida, podemos dizer mais profissional. Registrei momentos importantes, como a construção da barragem. Acompanhei toda a obra, do início ao fim de 1998 a 2001. A partir daí, a fotografia passou a fazer parte da minha vida, inclusive como fonte de renda”, relembra.

Alguns registros permanecem vivos na memória de Erni. Um deles é a queda da ponte sobre o Rio Jacuí, em 2010, durante uma enchente histórica. “Eu estava percorrendo os pontos de alagamento e me deslocava em direção à ponte quando parei no Cerro Chato, um pouco antes, porque vi um menino carregando uma bateria, o instrumento musical no meio da água. Quando voltei para o carro, ouvi na rádio local o desespero do repórter noticiando a queda da ponte. Gelei na hora, primeiro por não entender direito o que tinha acontecido e depois porque, se eu não tivesse parado ali, certamente estaria em cima da ponte fotografando”, contou.

Outro capítulo marcante em sua trajetória são os registros da neve em Agudo, fenômeno raro no município. “Um amigo que morava na Linha dos Pomeranos me avisava sobre a situação do tempo. Quando havia possibilidade de neve, eu ia para lá. Presenciei três vezes: em 1984, que foi a mais intensa, depois em 1994 e, por fim, em 2000. São momentos que me marcaram muito e que estão guardados em imagens”, relata.

Entre os fatos mais recentes, Erni destaca o acompanhamento da pavimentação asfáltica da Avenida Euclides Kliemann. “Fiz todo o registro do trabalho e fiquei muito feliz em receber o reconhecimento da prefeitura no dia da inauguração. Foram muitos momentos importantes ao longo desses anos”, afirma.

O acervo de Erni impressiona: são cerca de 330 mil fotografias e 120 mil vídeos. “Tenho tudo guardado. Antes da fotografia digital, trabalhávamos com filmes, então digitalizei todo esse material. Está tudo no computador, são cerca de cinco terabytes de arquivos”, explica.

Ele também relembra os tempos em que a fotografia exigia ainda mais paciência. As imagens em preto e branco eram reveladas por ele mesmo, em um laboratório montado em casa. Já as coloridas, inicialmente, eram enviadas para revelação na Amazônia, pelos Correios. “Depois passaram a ir para São Paulo, Santa Maria e, por fim, eu levava para o Estúdio Gama, em Faxinal do Soturno. Quando era na Amazônia, levava de duas a três semanas para a foto voltar. A gente fotografava e esperava até 14 dias para ver o resultado, muito diferente de hoje, quando tudo é instantâneo”, comenta.

Ao longo da carreira, Erni também atuou intensamente na cobertura de eventos. “Tinha uma microempresa, contratava pessoas para ajudar e fazíamos eventos praticamente todos os fins de semana: festas de 15 anos, bodas, formaturas. Era possível ter uma boa renda com isso, mas tudo mudou com a chegada do celular”, observa.

Em 2020, durante a pandemia, Erni encerrou oficialmente a atividade profissional na fotografia. “Fechei a empresa, mas sigo fotografando, porque gosto muito. Hoje faço mais por hobby. Fico feliz com tudo o que foi construído, foram muitos momentos eternizados, alguns felizes, outros nem tanto. Uma frase que escutei e levo para a vida resume bem isso: ‘Uma foto eterniza momentos, aqueles que não vão se repetir mais’”, conclui.

 


Faxinal Do Soturno

Paixão que não sai de linha: o Fusca que acompanha parte da vida de Adair Ruviaro

O Fusca do faxinalense é do ano 1976, modelo que completa 50 anos de fabricação

Poucos carros marcaram tanto a história quanto o Fusca. Verdadeiro ícone mundial, o modelo é cercado por histórias, curiosidades e por uma paixão que atravessa gerações.

Nesta reportagem, vamos falar sobre esse clássico atemporal e conhecer um pouco mais da relação do faxinalense Adair Ruviaro, 70 anos, com o seu Fusca.

Adair relembra como foi o primeiro contato com o modelo. “O gosto por Fusca começou quando eu trabalhava na Rádio São Roque, tinha cerca de 20 anos. Eu era vendedor à época e saía com o Azulão da rádio, como a gente o chamava. Ali comecei a gostar, mas era mais um apreço, pois eu trabalhava com ele. Lembro que naquela época, até mesmo fizemos algumas viagens a Porto Alegre, a serviço, o Melão e eu”, conta. Mais tarde, Adair deixou a rádio para concluir a faculdade de Direito, profissão que exerce até hoje.

Ao longo da vida, Adair teve três Fuscas. “Os dois primeiros não eram conservados. Este terceiro, sim. Estou com ele há aproximadamente 18 anos. Hoje, além de um mecânico em Faxinal, tenho em Santa Maria, um especialista em carros antigos, o que me permite manter uma boa manutenção”, explica.

A história com o Fusca amarelo começou após um atendimento profissional. “Uma Senhora do interior de Restinga veio fazer um serviço e sempre chegava de Fusca. Perguntei se ela queria me vender, mas ela disse que não. Com o passar do tempo, soube que ela havia falecido, então entrei em contato com os seus familiares que possibilitaram a aquisição. Eles aceitaram, mas necessitavam regularizar a documentação. Um dia me ligaram dizendo que eu poderia buscá-lo, e desde então estou com ele”, relata.

O carro, segundo Adair, não fica parado. “Eu uso bastante. Vou para o interior, não sou daqueles colecionadores que só guardam. Tem lugares onde o meu outro automóvel não vai, mas o Fusca consegue. Faço a manutenção direitinho, mas a ideia é usar, vou com ele inclusive seguidamente a Santa Maria”, afirma. 

O Fusca também chama a atenção por onde passa. Adair conta que é comum as pessoas pedirem para tirar fotos. “Quem gosta percebe que ele é bem conservado. Sou o seu segundo proprietário e quando comprei, tinha cerca de 40 mil quilômetros rodados e hoje ele mantém mais de 80% das peças originais”. Um fato curioso é que o veículo já foi utilizado em dois casamentos: o sócio Jonas levou a noiva até a cerimônia na igreja das Dores em Santa Maria com o Fusca, e a faxinalense Márcia Dalmolin também escolheu o carro para o seu casamento.

A paixão pelo Fusca também passa de geração em geração. A neta Laura, quando vem a Faxinal, já tem um carro preferido. “Ela sempre pede para andar de Fusca, e a gente vai. É uma alegria para ela e para mim poder proporcionar isso”, comenta.

Questionado sobre uma possível venda, Adair é direto na resposta. “Não vendo. Já me ofereceram valores, mas nem sei como está o mercado, porque não procuro saber. Não vendo”, finaliza. O Fusca de Adair é do ano 1976, modelo que completa 50 anos de fabricação.

 

Saiba mais sobre a história do Fusca:

O Fusca teve sua origem em 1938, na Alemanha, mas sua produção em larga escala foi interrompida pela Segunda Guerra Mundial, sendo retomada em 1945. No Brasil, o modelo chegou em 1950, inicialmente importado, e passou a ser produzido nacionalmente pela Volkswagen em 1959, na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). 

Ao longo das décadas, tornou-se o carro mais popular do país, com produção contínua até 1986, quando saiu de linha pela primeira vez. O modelo retornou por um período entre 1993 e 1996, atendendo a um incentivo governamental, e teve sua produção encerrada definitivamente no Brasil em 1996. Mesmo após o fim da fabricação, o Fusca permanece como um dos automóveis mais emblemáticos da história brasileira.

 

Programação


Rádio São Roque La Sorella FM
06:00 - Bom dia Região
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08:10 - A Região é Notícia
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10:00 - Comunicação Total
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11:45 - Informativo Prefeituras, Sindicatos e Cooperativas
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12:20 - Frequência Esportiva
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12:30 - Mensageiro Amigo
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12:35 - Jornal do Meio Dia
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13:00 - Passando à Limpo
13:00 - O Mundo em Primeira Mão
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14:10 - No Ponto
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15:10 - Tarde de Sucessos
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17:10 - Décima Sétima Hora
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18:00 - Sertão em Festa
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Abrangência da audiência

Veja a lista de cidades que nossa cobertura de sinal atinge:

Agudo; Alto Alegre; Arroio do Tigre; Boa Vista do Incra; Caçapava do Sul; Cacequi; Cachoeira do Sul; Campos Borges; Candelária; Cerro Branco; Cruz Alta; Dilermando de Aguiar; Dona Francisca; Encruzilhada do Sul; Espumoso; Estância velha; Faxinal do Soturno; Formigueiro; Fortaleza dos Valos; Ibarama; Itaara; Ivorá; Jacuizinho; Jaguari; Jari; Jóia; Júlio de Castilhos; Lagoa Bonita do Sul; Lagoão; Mata; Nova Palma; Novo Cabrais ; Paraíso do Sul; Passa Sete; Passa Sete; Pinhal Grande; Quevedos; Quinze de Novembro; Restinga Seca; Rosário do Sul; Salto do Jacuí; Santa Margarida do Sul; Santa Maria; Santana da Boa Vista; São Gabriel; São João do Polêsine; São Martinho da Serra; São Pedro do Sul; São Sepé; São Vicente do Sul; Segredo; Silveira Martins; Sobradinho; Toropi; Tunas; Tupanciretã; Vila Nova do Sul;

Abrangência de Audiência

cidades alcançadas

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