Faxinal do Soturno - RS, 97220-000, Brazil

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Destaques da Semana


Dona Francisca

A coleção de piranhas de cabelo e a história de Maridreia

O Jornal Cidades do Vale contou, nesta semana, a história de Maridreia Garlet, de 47 anos. Infelizmente, na manhã desta segunda-feira (30), recebemos a notícia de seu falecimento. Em nome da redação do Jornal Cidades do Vale, expressamos nossos sentimentos aos familiares e amigos. Como forma de homenagem, convidamos os leitores a conferirem a matéria especial realizada com ela. Maridreia colecionava cerca de duas mil piranhas de cabelo.

Maridreia foi diagnosticada, aos nove meses de idade, com epilepsia, uma condição neurológica

O Jornal Cidades do Vale desta semana foi até a localidade de Linha Grande, em Dona Francisca, para conhecer a história de Maridreia Garlet, 47 anos. A reportagem foi recebida pela mãe, Jandira de Pellegrin, que de imediato apresentou a filha e também sua coleção de piranhas de cabelo.

Maridreia foi diagnosticada, aos nove meses de idade, com epilepsia, uma condição neurológica caracterizada por crises recorrentes provocadas por descargas elétricas anormais no cérebro. As manifestações variam e podem incluir convulsões, perda de consciência, movimentos involuntários e alterações sensoriais ou comportamentais.

A mãe conta que a filha coleciona piranhas há cerca de 10 anos. “Depois que o pai faleceu, ela começou com isso, e a coleção foi aumentando. No começo eu comprava algumas, depois as pessoas passaram a dar para ela, e até hoje é assim. Quem conhece já sabe e traz, e ela fica muito feliz com cada uma que ganha.”

Segundo Jandira, na parede do quarto já há mais de duas mil peças. “Ela vem para o quarto, começa a trocar de lugar, organizar, e sabe de cada uma: quem deu e de onde veio. Às vezes, vê uma fora do lugar e já diz que fui eu que mexi. A felicidade dela é ficar lidando com isso.”

A morte do irmão, há quatro anos, intensificou ainda mais o apego aos objetos. “Quando o irmão morreu, ela passou a gostar ainda mais. Agora ela está mais debilitada, mas vem aqui e fica horas em função disso. Não sei explicar o que ela sente, mas a gente vê que ela fica bem.”

Além da parede, improvisada com fios para acomodar a coleção, Maridreia também usa as piranhas no cabelo. “Ela coloca várias. Às vezes venho ver e ela está com a cabeça cheia de piranhas, todas coloridas.”

Emocionada, a mãe destaca as dificuldades. “Não é fácil. Os últimos dias têm sido mais complicados, ela esteve na UTI, então a gente fica atento à saúde dela, mas é um desafio. Ela é tudo que eu tenho, é a minha vida.”

A reportagem também fez questão de presentear Maridreia com uma piranha para a coleção.


Agudo

Com carinho e dedicação, Nathana Petzold transforma amor pelos animais em trabalho

O Dia Nacional dos Animais, celebrado em 14 de março no Brasil, é uma data dedicada à conscientização sobre a proteção, os direitos e os cuidados essenciais com os animais domésticos e também com a fauna silvestre. O momento também reforça a importância de combater o abandono e os maus-tratos, além de incentivar a adoção responsável.

Para marcar a data, a reportagem do Jornal Cidades do Vale foi conhecer a história da empresária Nathana Petzold, 30 anos, que trabalha diariamente com cães e gatos e transformou o amor pelos animais em profissão. Com um trabalho delicado e cheio de carinho, ela cuida de pets que, cada vez mais, conquistam espaço dentro das famílias.

A paixão pelos animais começou ainda na infância. “Eu sempre fui apaixonada por animais, principalmente cachorros, desde criança. Meu primeiro contato com o pet shop foi no meu antigo emprego, onde havia esse serviço. Não era o meu setor, mas, devido à grande procura e ao movimento, comecei a ajudar nos banhos e fui criando interesse em aprender mais sobre a profissão”, relembra.

Em 2023, uma mudança na vida pessoal acabou abrindo caminho para o empreendedorismo. Devido a problemas de saúde da mãe, Nathana precisou reorganizar sua rotina para ficar mais próxima da família. “Eu não estava conseguindo trabalhar fora, mas precisava continuar trabalhando. Então surgiu a ideia de abrir um pet shop em casa, conciliando as duas necessidades”, conta.

Mesmo com poucos recursos, ela decidiu seguir em frente. “Eu não tinha muitas condições financeiras para iniciar o negócio. Juntei tudo o que tinha e recebi um pouco de ajuda dos meus pais também. Assim consegui comprar o básico para começar os atendimentos no CasaPet,”, explica.

Os primeiros passos foram cercados de insegurança, mas também de muita determinação. “Comecei com medo e muitas dúvidas, porque empreender é muito desafiador. Criei um Instagram para divulgar o trabalho e ofereci dois banhos gratuitos para uma cliente antiga, para iniciar as postagens e mostrar o serviço”, relata.

A divulgação nas redes sociais e o tradicional “boca a boca” foram fundamentais para o crescimento do negócio. Aos poucos, novos clientes começaram a surgir. “Um foi indicando para o outro, as pessoas foram vendo as postagens, e assim o movimento foi aumentando”, lembra.

Hoje, após mais de dois anos de trabalho, Nathana celebra as conquistas e a confiança dos clientes. “Tenho clientes que estão comigo desde o início e sou muito grata por cada um. Sempre procuro entregar um trabalho com qualidade, responsabilidade e muito amor pelos meus clientes de quatro patas e pelos seus tutores”, destaca.

Para ela, quem convive com animais entende o valor que eles têm na vida das pessoas. “Só quem tem sabe o quanto eles são importantes. São seres de luz nas nossas vidas, que nos trazem lealdade e amor. São nossos filhos de quatro patas e merecem todo carinho e também um banho bem cheiroso”, finaliza.

 

Cuide dos animais

Os maus-tratos contra animais são considerados crime no Brasil e estão previstos na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998). A legislação estabelece punições para quem praticar atos de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais, sejam eles domésticos, domesticados, silvestres, nativos ou exóticos.

A pena geral prevista é de detenção de três meses a um ano, além de multa. No entanto, desde 2020, a legislação foi endurecida para casos envolvendo cães e gatos. Nesses casos, a pena passou a ser de reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda do animal.

Se os maus-tratos resultarem na morte do animal, a pena pode ser aumentada de um sexto a um terço. As denúncias podem ser feitas às autoridades policiais, às secretarias de meio ambiente ou por meio de canais específicos de proteção animal.

 

Faxinal Do Soturno

Novo prédio do Hospital de Caridade São Roque começa a ganhar forma

O novo prédio terá 5 mil metros de área construída de ampliação, contará com sete andares e heliponto. O Hospital de Caridade São Roque é referência para 69 municípios e realiza 98,44% de seus atendimentos por meio do SUS

As obras do novo prédio do complexo hospitalar do Hospital de Caridade São Roque começam a ganhar forma. Após cerca de cinco meses dedicados ao trabalho de fundação, a construção entra agora em uma etapa mais visível, permitindo que a comunidade perceba a dimensão do projeto.

Durante o período inicial da obra, foram necessárias algumas alterações no projeto em função das características do terreno e da necessidade de criação de uma área de subsolo. Com os ajustes realizados, a estrutura começou a avançar e os pilares já estão sendo erguidos. Ao todo, serão oito linhas de pilares sustentando o novo prédio, que terá quase cinco mil metros quadrados de área construída.

O presidente do hospital, Roberto Cervo, o Melão, destacou a satisfação em ver o projeto sair do papel e se tornar realidade. “A gente fica muito feliz de ver os nossos projetos tomando forma. A obra atrasou um pouco em função da necessidade de alterar o projeto pelo formato do terreno e pela necessidade de adequação, mas agora, de forma visível, ela está se criando. Teremos um novo espaço que vai seguir a nossa linha de trabalho, que é melhorar o atendimento”, afirmou.

Com a nova estrutura, o hospital deverá praticamente dobrar sua área física. Atualmente, a instituição conta com cerca de cinco mil metros quadrados, e com a conclusão do novo prédio o complexo hospitalar passará a ter aproximadamente 10 mil metros quadrados.

O administrador do hospital, Flávio Stona, ressalta que a ampliação permitirá qualificar ainda mais os serviços oferecidos à população. “A gente tem hoje uma estrutura de cinco mil metros e, com esse novo prédio, passaremos a ter cerca de 10 mil metros quadrados. Isso vai melhorar e qualificar ainda mais o nosso atendimento à população. Vamos reorganizar e separar melhor as nossas áreas, ampliar o setor de consultório diagnóstico e também os leitos”, explicou.

O novo prédio terá 5 mil metros de área construída de ampliação, contará com sete andares e heliponto. O Hospital de Caridade São Roque é referência para 69 municípios e realiza 98,44% de seus atendimentos por meio do SUS.

 


Região

Região vive avanço em infraestrutura com quatro obras em andamento

 

Em fase adiantada, as principais obras na região já ganharam forma. A reportagem do Jornal Cidades do Vale percorreu os principais canteiros durante esta semana. São pelo menos quatro frentes de trabalho em andamento. Cabe ressaltar que os locais foram drasticamente afetados pela enchente histórica de 2024. Confira:

 

Ponte sobre o Rio Soturno e via

No município de Faxinal do Soturno, a ponte sobre o Rio Soturno terá 160 metros de extensão, 12 metros de largura e mão dupla. A estrutura será 2,38 metros mais alta que a anterior, com investimento de R$ 14,7 milhões. No local, a empresa responsável trabalha na finalização dos pilares e na colocação das vigas. Os aterros da via já foram feitos.

 

Revitalização da via entre São João do Polêsine e Dona Francisca

A revitalização do trecho de 10 km entre São João do Polêsine e Dona Francisca já é uma realidade; vários pontos já foram restaurados. O investimento será de R$ 33,2 milhões. O projeto também inclui a construção de uma ciclovia entre Polêsine e Faxinal do Soturno, uma reivindicação da administração municipal atendida pelo Daer.

 

Ponte sobre o Arroio Guarda Mor

A nova ponte sobre o Arroio Guarda-Mor, entre Santos Anjos e Sítio dos Mellos, principal ligação com Ivorá, está em fase final de construção. A estrutura terá 120 metros de extensão, 12 metros de largura, pista em mão dupla e será 3,42 metros mais alta que a anterior. O investimento é de R$ 11,8 milhões. Atualmente, os trabalhos se concentram nos detalhes finais e, posteriormente, na conclusão das cabeceiras que darão acesso à nova estrutura.

 

ERS-348 entre Dona Francisca e Agudo

As empresas já atuam no local. De acordo com o Daer, o investimento será de R$ 169 milhões, por meio de recursos do Funrigs. O trecho de 12,53 km passará por requalificação, incluindo reabilitação funcional do pavimento, drenagem, obras de contenção e nova sinalização, garantindo o restabelecimento da trafegabilidade da rodovia. 


Agudo

Pelas lentes de Erni Böck, a história de Agudo não se apaga

O olhar atento de Erni Böck, 79 anos, ajuda a contar boa parte da história de Agudo. Mais do que apenas registrar imagens, ele eternizou, por meio das lentes da câmera, os principais fatos e transformações do município. A reportagem do Jornal Cidades do Vale foi conhecer um pouco mais da trajetória de quem fez da fotografia um compromisso com a memória coletiva.

Servidor público aposentado, Erni teve o primeiro contato com a fotografia ainda muito jovem, com 17 anos. Segundo ele, em uma das viagens do pastor Rudolf Brauer à Alemanha, acabou ficando como caseiro e, no retorno, foi surpreendido com um presente que mudaria sua vida. “Eu fiquei de caseiro para ele e quando ele voltou, me trouxe a câmera. Eu nem sabia como mexer, mas foi ali que tive meu primeiro contato com a fotografia. Tenho ela guardada até hoje”, recorda.

Em 1996, ao se aposentar do serviço público, a fotografia passou a ocupar um espaço ainda maior em seu cotidiano. “Foi nesse período que a fotografia ficou mais séria na minha vida, podemos dizer mais profissional. Registrei momentos importantes, como a construção da barragem. Acompanhei toda a obra, do início ao fim de 1998 a 2001. A partir daí, a fotografia passou a fazer parte da minha vida, inclusive como fonte de renda”, relembra.

Alguns registros permanecem vivos na memória de Erni. Um deles é a queda da ponte sobre o Rio Jacuí, em 2010, durante uma enchente histórica. “Eu estava percorrendo os pontos de alagamento e me deslocava em direção à ponte quando parei no Cerro Chato, um pouco antes, porque vi um menino carregando uma bateria, o instrumento musical no meio da água. Quando voltei para o carro, ouvi na rádio local o desespero do repórter noticiando a queda da ponte. Gelei na hora, primeiro por não entender direito o que tinha acontecido e depois porque, se eu não tivesse parado ali, certamente estaria em cima da ponte fotografando”, contou.

Outro capítulo marcante em sua trajetória são os registros da neve em Agudo, fenômeno raro no município. “Um amigo que morava na Linha dos Pomeranos me avisava sobre a situação do tempo. Quando havia possibilidade de neve, eu ia para lá. Presenciei três vezes: em 1984, que foi a mais intensa, depois em 1994 e, por fim, em 2000. São momentos que me marcaram muito e que estão guardados em imagens”, relata.

Entre os fatos mais recentes, Erni destaca o acompanhamento da pavimentação asfáltica da Avenida Euclides Kliemann. “Fiz todo o registro do trabalho e fiquei muito feliz em receber o reconhecimento da prefeitura no dia da inauguração. Foram muitos momentos importantes ao longo desses anos”, afirma.

O acervo de Erni impressiona: são cerca de 330 mil fotografias e 120 mil vídeos. “Tenho tudo guardado. Antes da fotografia digital, trabalhávamos com filmes, então digitalizei todo esse material. Está tudo no computador, são cerca de cinco terabytes de arquivos”, explica.

Ele também relembra os tempos em que a fotografia exigia ainda mais paciência. As imagens em preto e branco eram reveladas por ele mesmo, em um laboratório montado em casa. Já as coloridas, inicialmente, eram enviadas para revelação na Amazônia, pelos Correios. “Depois passaram a ir para São Paulo, Santa Maria e, por fim, eu levava para o Estúdio Gama, em Faxinal do Soturno. Quando era na Amazônia, levava de duas a três semanas para a foto voltar. A gente fotografava e esperava até 14 dias para ver o resultado, muito diferente de hoje, quando tudo é instantâneo”, comenta.

Ao longo da carreira, Erni também atuou intensamente na cobertura de eventos. “Tinha uma microempresa, contratava pessoas para ajudar e fazíamos eventos praticamente todos os fins de semana: festas de 15 anos, bodas, formaturas. Era possível ter uma boa renda com isso, mas tudo mudou com a chegada do celular”, observa.

Em 2020, durante a pandemia, Erni encerrou oficialmente a atividade profissional na fotografia. “Fechei a empresa, mas sigo fotografando, porque gosto muito. Hoje faço mais por hobby. Fico feliz com tudo o que foi construído, foram muitos momentos eternizados, alguns felizes, outros nem tanto. Uma frase que escutei e levo para a vida resume bem isso: ‘Uma foto eterniza momentos, aqueles que não vão se repetir mais’”, conclui.

 

Programação


Rádio São Roque La Sorella FM
06:00 - Bom dia Região
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06:00 - Pampa e Querência
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08:10 - A Região é Notícia
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10:00 - Comunicação Total
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11:45 - Informativo Prefeituras, Sindicatos e Cooperativas
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12:20 - Frequência Esportiva
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12:30 - Mensageiro Amigo
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12:35 - Jornal do Meio Dia
12:35 - Jornal do Meio Dia
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13:00 - Passando à Limpo
13:00 - O Mundo em Primeira Mão
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13:00 - Passando à Limpo
14:10 - No Ponto
14:10 - No Ponto
14:10 - No Ponto
14:10 - No Ponto
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15:10 - Tarde de Sucessos
15:10 - Tarde de Sucessos
15:10 - Tarde de Sucessos
15:10 - Tarde de Sucessos
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17:10 - Décima Sétima Hora
17:10 - Décima Sétima Hora
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18:00 - Sertão em Festa
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18:00 - Sertão em Festa
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Abrangência da audiência

Veja a lista de cidades que nossa cobertura de sinal atinge:

Agudo; Alto Alegre; Arroio do Tigre; Boa Vista do Incra; Caçapava do Sul; Cacequi; Cachoeira do Sul; Campos Borges; Candelária; Cerro Branco; Cruz Alta; Dilermando de Aguiar; Dona Francisca; Encruzilhada do Sul; Espumoso; Estância velha; Faxinal do Soturno; Formigueiro; Fortaleza dos Valos; Ibarama; Itaara; Ivorá; Jacuizinho; Jaguari; Jari; Jóia; Júlio de Castilhos; Lagoa Bonita do Sul; Lagoão; Mata; Nova Palma; Novo Cabrais ; Paraíso do Sul; Passa Sete; Passa Sete; Pinhal Grande; Quevedos; Quinze de Novembro; Restinga Seca; Rosário do Sul; Salto do Jacuí; Santa Margarida do Sul; Santa Maria; Santana da Boa Vista; São Gabriel; São João do Polêsine; São Martinho da Serra; São Pedro do Sul; São Sepé; São Vicente do Sul; Segredo; Silveira Martins; Sobradinho; Toropi; Tunas; Tupanciretã; Vila Nova do Sul;

Abrangência de Audiência

cidades alcançadas

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